Arquivo do mês: novembro 2014

Seminário ESTADO, POLÍCIA E PERSEGUIÇÃO POLÍTICA NA HISTÓRIA

Na UNIRIO, AV. Pasteur, 458 Urca RIO DE JANEIRO dia 17/11 das 10 às 17 horas

cartazseminário

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Arquivado em Estado, Perseguição política, Polícia, Politica

“Para Mudar Tudo”, um projeto anarquista

A p r e s e n t a ç ã o:

Mudanças climáticas, escassez de água, crises econômicas que ameaçam nossos empregos já instáveis e precários, bem como nosso acesso a alimento, saúde e moradia: a ordem dominante é insustentável em todas as suas formas. Até mesmo os seus maiores representantes, como a mídia, políticos e empresários, admitem que são necessárias mudanças radicais. Mas por que deveríamos pedir ou esperar que essas autoridades tomem a iniciativa?

O que seria, realmente, mudar tudo? Como escolheremos caminhos diferentes?

O projeto “Para Mudar Tudo” tem como objetivo a propaganda dos pensamentos e valores libertários e radicais para pessoas que ainda não tiveram contato com essas ideias ou práticas mas que mesmo assim sentem que precisamos resistir à ordem política vigente. Ele conta com um texto introdutório ao pensamento anarquista e em linguagem acessível, levado ao público por diferentes formatos: 4 mil cópias de uma revista impressa com cerca de 50 páginas, uma versão em pdf para download, uma versão em vídeo do mesmo texto com cerca de 8 minutos para circulação na internet, posters e adesivos para serem difundidos nas ruas, espaços libertários, centros sociais, ou mesmo pregado nos quartos de jovens rebeldes. Tudo isso reunido em um site para download gratuito e livre difusão.

Todo o projeto – vídeo, texto, site – foi produzido e adaptado para cerca de 14 idiomas por coletivos locais de cada país para ser lançado ao mesmo tempo nos 5 continentes e propagar o caráter sem fronteiras e cooperativo do anarquismo. Cada versão foi também devidamente adaptada ou reescrita pelos coletivos locais para ser usada como plataforma de diálogo com indivíduos e iniciativas de cada região. Então, com exemplos, contextos, imagens e linguagens, tentamos falar da nossa realidade e propor formas de resistir às opressões existentes nela.

Nosso site tem como proposta servir de introdução a pensamentos e ações libertárias e te colocar em contato com grupos e pessoas agindo – ou que aspiram agir – para resistir e transformar a realidade em que vivemos.

Aproveite o conteúdo e fique à vontade para entrar em contato!

Conheça o projeto evisite nossa página em português: paramudartudo.com

Agradecemos pela contribuição à agência de notícias anarquistas-ana

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Arquivado em Anarquismo, Autonomismo, Ecologia Social, relacao ser humano / natureza

Parque Estadual Pedra Branca – Núcleo Camorim

Dia 25 de outubro, vésperas de segundo turno das eleições, a disciplina de História e Meio Ambiente do curso de História da UNIRIO promoveu uma visitação ao Parque Estadual Pedra Branca, núcleo Camorim, um dos últimos redutos florestais dentro da Guanabara. A visita percorreu a trilha do açúde chegando ao topo a 435 m. de altura, onde se encontra a represa que abastece a água de parte da baixada de Jacarepaguá. A construção iniciada em em 1908 demonstrava, já naquela época, o empenho de alguns conservacionistas em preservar as nascentes de água do município. Em vão, desde então, muito pouco foi feito nsse sentido e a água consumida no Rio tende a vir cada vez de mais longe. Na visita foi possível observar a transformação da paisagem da floresta secundária, à medida que íamos subindo percebe-se sua recomposição de modo mais cosnistente, tornando-se mais espessa. A área do Pedra Branca, cuja transformação em parque data e 1974, sofreu no decorrer da história com diversos ciclos de apropriação de seus recursos naturais. Pensando desde a época colonial, com o engenho do Camorim da família de Gonçalo de Sá, ainda no final do século XVI, cuja mata de encosta servia à extração da madeira necessária, principalmente, às atividades de transporte da cana por carros de boi. Fora do Parque, a capela de São Gonçalo do Amarante pertencente ao antigo engenho, de 1625, restaurada, é um bom início da visita. Num segundo momento, já sob controle dos frades beneditinos, a área passa a ter ação das culturas de subsistência de escravos e libertos, no que com o tempo foi assumindo um caráter de quilombo disperso durante o XIX e começo do XX. Bananeiras e outra plantas exóticas atestam a presença modificadora do homem non meio. No século XX a pressão sobre a mata foi principalmente feita pelos carvoeiros que produziam carvão à lenha, base do abastecimento dos fogões das casas cariocas da priemira metade do XX, quando ainda não havia a proliferação dos fogões a gás.

Os vestígios deixados pelo homem na floresta são visíveis durante a caminhada, ainda mais se o passeio for acompanhado da excelente leitura do livro As Marcas do Homem na Floresta, organizado por  Rogério Ribeiro de Oliveira, disponível em pdf: http://www.editora.vrc.puc-rio.br/docs/ebook_marcas_homem_na_floresta.pdf

 

Mais informações sobre o Pedra Branca encontram-se no guia de parques: http://www.inea.rj.gov.br/cs/groups/public/documents/document/zwew/mdi2/~edisp/inea0026328.pdf

E nas páginas do inea e da associação de amigos: http://www.parquepedrabranca.com/p/nucleo-camorim.html

Quem ainda não conhece, precisa de conhecer.

Boia visita

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Arquivado em ecoturismo, História e meio ambiente, Parques